Bactéria está presente em 5% dos casos de câncer de intestino

E se uma bactéria específica pudesse estar envolvida no desenvolvimento do câncer colorretal?

É a hipótese que levantou o estudo da equipe do Instituto Hubrecht (KNAW) e do Centro Princess Máxima de Oncologia Pediátrica em Utrecht, na Holanda.

Os pesquisadores se concentraram em uma cepa específica de E. coli pois é encontrada com mais frequência em amostras de fezes de pessoas com o câncer.

Eles descobriram que essas bactérias reproduziam um padrão único de mutações no DNA das células humanas, enquanto outras cepas de E. coli não.

“Esta é a primeira vez que observamos um padrão tão distinto de dano ao DNA no câncer de intestino, causado por uma bactéria que vive em nosso intestino”, disse um dos autores do estudo, Hans Clevers, MD, PhD, do Instituto Hubrecht.

A descoberta ajudará a conduzirmos novas formas de diagnósticos no futuro. Mas, no momento, um alerta dos pesquisadores é consultar um médico sobre o uso de probióticos, pois vários deles contém cepas de E. coli que secretam toxinas.

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